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20 de setembro de 2015

Ainda bem que há mulheres!


Pois se assim não fosse, ainda hoje Paulo Portas andava à voltas com a camisa para engomar, com a refeição para fazer ou com as contas para pagar e não lhe sobrava tempo para ser político, com visões muito conservadoras, para não dizer saudosistas, de um modelo de sociedade que só no nosso país é que ainda consegue funcionar, muito à custa de meninos como ele, que não se conseguem imaginar longe do poder e das mordomias que ele dá.

10 de fevereiro de 2011

Efeitos de uma crise prolongada



Afinal, a crise financeira com que nos debatemos, até pode contribuir para um maior desempenho sexual, isto porque, segundo um estudo ontem divulgado pelo jornal “El Mundo”, as portuguesas estão à frente das espanholas no diz respeito à satisfação sexual.
É, sem duvida, um dado politicamente relevante, uma vez que, para preservar a sua satisfação sexual, são bem capazes de votarem em massa no próximo candidato socialista a primeiro-ministro, o que não deixará de ser preocupante pois, como bem sabemos, elas são em muito maior número e, por isso mesmo, bem capazes de fazerem pender a balança para o seu lado, não permitindo, com o seu voto, que o país recupere da penúria em que se encontra. Isto, claro, se quem substituir o governo de Sócrates, não alterar a estratégia que desde há 30 anos, nos tem deixado completamente tesos.

22 de novembro de 2010

Dormindo com o inimigo

I
Eu até consigo compreender que, em muitas situações, o medo da solidão e do abandono ou a vergonha como são referidas nas pequenas comunidades em que vivem, leve muitas mulheres a terem que suportar as constantes agressões, perpetradas por aqueles com quem decidiram viver maritalmente. Sei que muitas vezes, os filhos, a falta de sítio para onde ir, a dependência económica, ou até mesmo a necessidade de ter alguém a quem chamem seu, é mais forte do que qualquer outra situação e fale mais alto nos momentos de desespero. Mas, o que eu não compreendo, e não consigo sequer aceitar é que, nos dias de hoje, ainda existam mulheres que se sujeitam a serem maltratadas por indivíduos sem escrúpulos que só delas necessitam para terem a roupa lavada e a mesa posta e, às vezes, um sítio para onde ejacular. Para além disso, lamento profundamente que, perante as agressões constantes de que são vítimas, muitas mulheres não possam contar sequer, com a denúncia de quem, ouvindo os seus gritos de dor e clemência, se refugia na máxima de que "entre marido e mulher, não mete a colher".