Mostrar mensagens com a etiqueta sexo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sexo. Mostrar todas as mensagens

10 de fevereiro de 2011

Efeitos de uma crise prolongada



Afinal, a crise financeira com que nos debatemos, até pode contribuir para um maior desempenho sexual, isto porque, segundo um estudo ontem divulgado pelo jornal “El Mundo”, as portuguesas estão à frente das espanholas no diz respeito à satisfação sexual.
É, sem duvida, um dado politicamente relevante, uma vez que, para preservar a sua satisfação sexual, são bem capazes de votarem em massa no próximo candidato socialista a primeiro-ministro, o que não deixará de ser preocupante pois, como bem sabemos, elas são em muito maior número e, por isso mesmo, bem capazes de fazerem pender a balança para o seu lado, não permitindo, com o seu voto, que o país recupere da penúria em que se encontra. Isto, claro, se quem substituir o governo de Sócrates, não alterar a estratégia que desde há 30 anos, nos tem deixado completamente tesos.

18 de maio de 2009

O verdadeiro prazer do sexo

 

A comunidade muçulmana uniu-se à católica contra a distribuição gratuita de preservativos nas escolas por considerar que tal medida é atentatória dos valores que defendem, porque inverte a ordem natural das coisas, promovendo o sexo antes do casamento.
Acho interessante que as duas maiores comunidades religiosas no nosso país estejam de acordo contra a aplicação de uma medida que consideram fracturante para a paz social.
É bonito ver as duas maiores religiões unidas contra aquilo que consideram ser um atentado ao crescimento dos seus jovens seguidores.
Bonito também é saber que, em vez do uso do preservativo, as comunidades católica e muçulmana, preferem o coito interrompido e uma eventual interrupção da gravidez, por um médico amigo ou por uma parteira experiente.
Folgo em saber que tais comunidades, aprovam a gravidez das adolescentes e o casamento de mulheres grávidas, desde que portadoras de flor de laranjeira, como manda a tradição.
Também fico mais descansado por saber que, tanto os adolescentes católicos, como os adolescentes muçulmanos, estão imunes a doenças sexualmente transmissíveis.