Este ano já foram 33, sem que se vejam sinais de abrandamento.
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25 de novembro de 2013
23 de novembro de 2012
Até que a morte nos separe
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5 de setembro de 2011
As mulheres e as colheres
Perante os números cada vez mais alarmantes de homicídios que ocorrem entre casais desavindos, e apesar dos constantes apelos feitos, quer pelas autoridades, quer pelas instituições, ainda há quem continue a achar que "entre marido e mulher, não se deve meter a colher".
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11 de fevereiro de 2011
Contra a indiferença
Apesar de ter sido vítima de maus-tratos por parte do marido e este a ter mutilado, cortando-lhe o nariz e as orelhas, ainda assim conseguiu arrecadar o grande prémio da World Press Photo 2010.
Só espero que o indivíduo que teve a coragem de cometer tamanha atrocidade, consiga encontrar alguém que lhe faça o mesmo ou ainda pior.
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7 de fevereiro de 2011
Metendo a colher
São histórias reais que, na maior parte dos casos, nos levam a pensar nos desequilíbrios de quem as protagoniza.
São fruto da mentalidade, ainda preponderante, de que o homem manda na mulher e que, por isso mesmo, a pode tratar como se de um objecto se tratasse, infligindo-lhe maus tratos a seu bel prazer, sem que, no imediato, alguém o penalize ou sequer o interrompa a desavença e, por muito estranho que possa parecer, o número de casos de violência doméstica não pára de aumentar, sobretudo entre os casais mais jovens.
Ora, partindo do princípio que o casamento entre os jovens, é cada vez menos frequente, preferindo viver maritalmente para, segundo eles, se conhecerem melhor antes de casarem, então porque motivo é que enquanto namorados, insistem em se maltratarem tão violentamente, quando o mais lógico seria que cada um fosse para seu lado.
Ora, partindo do princípio que o casamento entre os jovens, é cada vez menos frequente, preferindo viver maritalmente para, segundo eles, se conhecerem melhor antes de casarem, então porque motivo é que enquanto namorados, insistem em se maltratarem tão violentamente, quando o mais lógico seria que cada um fosse para seu lado.
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25 de novembro de 2010
22 de novembro de 2010
Dormindo com o inimigo
I
Eu até consigo compreender que, em muitas situações, o medo da solidão e do abandono ou a vergonha como são referidas nas pequenas comunidades em que vivem, leve muitas mulheres a terem que suportar as constantes agressões, perpetradas por aqueles com quem decidiram viver maritalmente. Sei que muitas vezes, os filhos, a falta de sítio para onde ir, a dependência económica, ou até mesmo a necessidade de ter alguém a quem chamem seu, é mais forte do que qualquer outra situação e fale mais alto nos momentos de desespero. Mas, o que eu não compreendo, e não consigo sequer aceitar é que, nos dias de hoje, ainda existam mulheres que se sujeitam a serem maltratadas por indivíduos sem escrúpulos que só delas necessitam para terem a roupa lavada e a mesa posta e, às vezes, um sítio para onde ejacular. Para além disso, lamento profundamente que, perante as agressões constantes de que são vítimas, muitas mulheres não possam contar sequer, com a denúncia de quem, ouvindo os seus gritos de dor e clemência, se refugia na máxima de que "entre marido e mulher, não mete a colher".
Eu até consigo compreender que, em muitas situações, o medo da solidão e do abandono ou a vergonha como são referidas nas pequenas comunidades em que vivem, leve muitas mulheres a terem que suportar as constantes agressões, perpetradas por aqueles com quem decidiram viver maritalmente. Sei que muitas vezes, os filhos, a falta de sítio para onde ir, a dependência económica, ou até mesmo a necessidade de ter alguém a quem chamem seu, é mais forte do que qualquer outra situação e fale mais alto nos momentos de desespero. Mas, o que eu não compreendo, e não consigo sequer aceitar é que, nos dias de hoje, ainda existam mulheres que se sujeitam a serem maltratadas por indivíduos sem escrúpulos que só delas necessitam para terem a roupa lavada e a mesa posta e, às vezes, um sítio para onde ejacular. Para além disso, lamento profundamente que, perante as agressões constantes de que são vítimas, muitas mulheres não possam contar sequer, com a denúncia de quem, ouvindo os seus gritos de dor e clemência, se refugia na máxima de que "entre marido e mulher, não mete a colher".
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26 de março de 2010
Modernices
Os casos de violência doméstica em Portugal conheceram um aumento da ordem dos 10 pontos percentuais, sendo que dessa percentagem, 20 correspondem a casos em que as vítimas são indivíduos do sexo masculino.
Das duas uma, ou as mulheres tornaram-se de armas, ou os homens ficaram mais cor-de-rosa.
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