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4 de abril de 2013

Enfim só!


Aquele que foi o companheiro de "viagem" do nosso primeiro ministro ficou apeado sem que a sua passagem pelo governo tenha beneficiado em alguma coisa Portugal e os portugueses, para além de não ver confirmada a sua licenciatura. Trata-se pois, de uma  medíocre prestação de alguém que disparou em todas as direções com o fito de denegrir a imagem de quem foi, durante meses, o alvo preferido da sua guerra política.
A democracia tem, assim, destas coisas. Consegue expurgar os seus males, mas só depois de ser bastante lesada por aqueles que dela se servem para obterem algumas vantagens, com recurso a manobras obscuras que normalmente acabam mal.
Tal como disse um dia, "no lugar de Sócrates  tinha vergonha". Talvez fosse um boa altura de, também ele, ter vergonha daquilo que fez para chegar aonde chegou.

16 de julho de 2012

C'est la vie


Aqueles que há uns meses não desistiam da campanha contra Sócrates, a propósito da sua licenciatura, vêem agora queixar-se de estarem a ser vítimas da mesma estratégia.
É caso para dizer, em tom indignado, que "quem com ferros mata, com ferros morre."

[imagem]

3 de julho de 2012

Relações hostis e internacionais


Relvas licenciou-se em apenas 1 ano, não sei se ao domingo, e como forma de agradecimento, nomeou secretário de estado adjunto o seu professor de então, .
Se não foi para pagar o favor, o homem é mesmo um génio, capaz de fazer corar de vergonha qualquer aluno do ensino recorrente.

22 de junho de 2012

Enquanto isso, no país real...


Enquanto Portugal já sonha com a final do Europeu 2012, descobre-se que Duarte Lima recebeu de um contra-almirante da nossa marinha de guerra, a choruda quantia de 1 milhão euros, por conta do negócio da compra dos 2 submarinos ao alemães e que o caso Relvas/Erse, contra todas as expetativas, não passou disso mesmo, com o poder político a exercer a sua influência junto daqueles que, supostamente, deveriam ser exemplares na análise de situações que envolvam, não só os detentores de cargos públicos, mas principalmente eles, nos casos de alegadas pressões sobre os profissionais da comunicação social que ousam denunciar as arbitrariedades cometidas por que detém o poder.

18 de maio de 2012

Este governo está a precisar de um jardineiro


Quando um político, qualquer que seja, começa a ser conhecido por comportamentos que acarretam graves prejuízos para liberdade de expressão e para a vida democrática, mais não lhe resta do que pedir a demissão. Tanto mais que se trata de alguém que desempenha um cargo de extrema confiança do primeiro-ministro, o qual, perante o comportamento menos próprio do seu braço direito, pode não sair queimado, mas com toda a certeza que sairá chamuscado.

14 de maio de 2012

No país das maravilhas


Por muito menos já se demitiram presidentes, ministros e deputados. Só aqui, neste país, onde o que ainda  conta é a boa figura e o eloquente discurso, é que alguém consegue negar o óbvio, titubeando aqui e acolá, arranjando sempre uma escapatória que lhe permita sair vitimizado. Talvez por vivermos num o sistema em que a culpa tem que ser bem provada, e a justiça falha, nem que seja à custa de uma qualquer prescrição.

26 de dezembro de 2010

Oposição activa


O objectivo é desacreditar ainda mais o já desacreditado primeiro-ministro. Absorver cada palavra sua e dissecá-la à mais infíma parte, é o propósito com que se move a oposição mais elegível do nosso país, ainda mais numa altura que a sua consagração, como verdadeira solução para todos os problemas com que nos debatemos, é quase dada como certa, seja em que altura for que se candidate.