Aquele que foi o companheiro de "viagem" do nosso primeiro ministro ficou apeado sem que a sua passagem pelo governo tenha beneficiado em alguma coisa Portugal e os portugueses, para além de não ver confirmada a sua licenciatura. Trata-se pois, de uma medíocre prestação de alguém que disparou em todas as direções com o fito de denegrir a imagem de quem foi, durante meses, o alvo preferido da sua guerra política.
A democracia tem, assim, destas coisas. Consegue expurgar os seus males, mas só depois de ser bastante lesada por aqueles que dela se servem para obterem algumas vantagens, com recurso a manobras obscuras que normalmente acabam mal.
Tal como disse um dia, "no lugar de Sócrates tinha vergonha". Talvez fosse um boa altura de, também ele, ter vergonha daquilo que fez para chegar aonde chegou.

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