Enquanto Portugal já sonha com a final do Europeu 2012, descobre-se que Duarte Lima recebeu de um contra-almirante da nossa marinha de guerra, a choruda quantia de 1 milhão euros, por conta do negócio da compra dos 2 submarinos ao alemães e que o caso Relvas/Erse, contra todas as expetativas, não passou disso mesmo, com o poder político a exercer a sua influência junto daqueles que, supostamente, deveriam ser exemplares na análise de situações que envolvam, não só os detentores de cargos públicos, mas principalmente eles, nos casos de alegadas pressões sobre os profissionais da comunicação social que ousam denunciar as arbitrariedades cometidas por que detém o poder.
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22 de junho de 2012
Enquanto isso, no país real...
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17 de maio de 2012
Duarte Lima regressa ao conforto do lar
O que mais me chocava no caso Duarte Lima, era o facto de ele estar a receber uma subvenção vitalícia de 2200 euros, paga pelos contribuintes portugueses, e não a poder gastar, visto estar na cadeia. Agora, com a alteração da medida de coação estou convencido que o nosso querido e antigo políticaa poderá gozar com outra disponibilidade, o que faz todo o sentido, até porque era uma pena estarmos a pagá-la ao homem, sem que ele tivesse condições para a gastar.
Quanto ao crime de homicídio alegadamente cometido no Brasil, isso são contas de outro rosário, que a seu tempo hão-de ficar saldadas, sem que mal nenhum lhe aconteça. Só é pena que tenha sido praticado há tão pouco tempo, pois se assim fosse já não era lembrado e o homem já estaria finalmente livre para gastar os milhões que conseguiu amealhar com tamanha trapaça.
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28 de setembro de 2011
A justiça que temos e que merecemos
Quando todas as provas apontam para Duarte Lima, como principal suspeito da morte de Rosalina Ribeiro, espero que agora as autoridades não se escudem no Tratado de Extradição que existe entre Portugal e o Brasil, só para que sua exª. não seja julgado pelo crime que, muito provavelmente, cometeu, à semelhança do que aconteceu com o padre Frederico ou mais recentemente com Fátima Felgueiras, já para não falar de Vale de Azevedo ou Pinto da Costa.
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