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23 de janeiro de 2013

Se tivessem adivinhado...

Os maquinistas da CP, sempre poderiam ter marcado uma greve para aquele dia. Assim, as probabilidades de acidente seriam bastante menores.

[foto]

19 de dezembro de 2011

Vão-se os anéis...


À semelhança do que acontece com as finanças públicas, não fossem as instâncias europeias a olharem pelo nosso património, um comboio de via estreita estava prontinho para ser vendido pela C.P., a um dos museus ferroviários europeus. 
Da maneira como as coisas andam para os lados daquela empresa, estou em crer que a essa venda não será alheia  a falta de liquidez com que se debatem os seus pobres administradores, a qual se vai refletir, como já vem sendo hábito, no bolso dos seus trabalhadores.

28 de dezembro de 2010

E agora, qual vai ser o desfecho?


Enquanto a generalidade dos portugueses se vê obrigada a pagar os desvarios orçamentais do Estado, há gestores de algumas das nossas queridas empresas públicas, tipo CP, Metro e Refer, que fazem aplicações financeiras com dinheiro que, supostamente, deveriam entregar aos cofres públicos, conseguindo dessa forma obter rendimentos não declarados e dos quais se aproveitarão em benefício próprio. Só de retorno nas aplicações financeiras que efectuou, a CP encaixou 2 milhões de euros e não os entregou, como deveria, aos cofres do Estado, quanto mais não fosse para diminuir os milhões de prejuízo que todos os anos acumula, seja por prestar um serviço tão essencial como o dos transportes ferroviários, seja por aumentar escandalosamente o vencimento dos seus gestores.