À semelhança do que acontece com as finanças públicas, não fossem as instâncias europeias a olharem pelo nosso património, um comboio de via estreita estava prontinho para ser vendido pela C.P., a um dos museus ferroviários europeus.
Da maneira como as coisas andam para os lados daquela empresa, estou em crer que a essa venda não será alheia a falta de liquidez com que se debatem os seus pobres administradores, a qual se vai refletir, como já vem sendo hábito, no bolso dos seus trabalhadores.

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