Enquanto a generalidade dos portugueses se vê obrigada a pagar os desvarios orçamentais do Estado, há gestores de algumas das nossas queridas empresas públicas, tipo CP, Metro e Refer, que fazem aplicações financeiras com dinheiro que, supostamente, deveriam entregar aos cofres públicos, conseguindo dessa forma obter rendimentos não declarados e dos quais se aproveitarão em benefício próprio. Só de retorno nas aplicações financeiras que efectuou, a CP encaixou 2 milhões de euros e não os entregou, como deveria, aos cofres do Estado, quanto mais não fosse para diminuir os milhões de prejuízo que todos os anos acumula, seja por prestar um serviço tão essencial como o dos transportes ferroviários, seja por aumentar escandalosamente o vencimento dos seus gestores.
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