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22 de abril de 2022

Emergências

© D.R. via boinasverdes-asasaopeito.com


Neste mundo de hoje, onde fazer guerra pouco mais é do que beber um copo com uns amigos, como é que alguém pode perder a vida só porque o pára-quedas não abriu?

Não se trata de uma pergunta estúpida (a meu ver), até porque existem mecanismos de emergência que actuam quando todos os outros falham, mas com tanta coisa para melhorar na vida das pessoas, porque é que surge um desmiolado qualquer, que tem como principal "diversão" invadir países e aniquilar pessoas?

2 de dezembro de 2013

Regresso ao passado


Enquanto que uns lutam por manterem a responsabilidade de decidirem sobre o seu destino, outros, adormecidos, abdicam desse propósito, tornando-se presa fácil aos olhos daqueles que unicamente os vêem como um lucrativo investimento.

9 de maio de 2012

Nos 67 anos da vitória soviética sobre a Alemanha (nazi)


[foto]

Os cães grandes não se mordem uns aos outros


O Governo português irá fazer-se representar na Ucrânia, por ocasião do Euro'2012, apesar de outros países se recusarem a fazê-lo, por considerarem inadmissível a detenção de Iulia Timochenko, presa desde outubro, por alegado abuso de poder.
Segundo os responsáveis pelos negócios estrangeiros do nosso país, tal atitude justifica-se pelo facto de entenderem que "política é política e desporto é desporto". 
Essa posição poderia chocar-me mas não. Se bem se lembram, por altura dos Jogos Olímpicos de 2008 também se levantaram muitas vozes de protesto contra a ocupação chinesa do Tibete e nem por isso eles se deixaram de realizar, apesar de nunca ter cessado a repressão sobre aquela minoria. A ser assim, não condeno, apesar de não concordar, a posição portuguesa, tão só porque a recusa em se fazer representar, não iria beneficiar a ex-primeira ministra ucraniana, nem iria fazer de nós uns vencedores antecipados.