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19 de dezembro de 2013

Dividir para governar


Não seria mais fácil dizer de uma vez por todas, que o Estado não necessita de todos os professores contratados, do que andar a lançar suspeições sobre a qualidade de ensino deste ou daquele estabelecimento, tanto mais que todos eles foram (supostamente) reconhecidos com capacidade para formarem docentes?

24 de julho de 2012

Contra-informação


O número de professores destacados nos sindicatos é actualmente de 281, dos quais 125 exercem actividade sindical a tempo inteiro e custam 9 milhões de euros por ano aos contribuintes portugueses.

9 de agosto de 2011

Atrás de mim virá quem de mim bom fará


Com o novo ano lectivo à porta, a Fenprof alerta para a situação de catástrofe em que serão colocados milhares de professores, como resultado das novas regras impostas pelo ministério da educação, na colocação dos docentes. Como bem sabemos doutros "carnavais", a capacidade de mobilização dos professores é extraordinária e em alguns casos, supera todas as expectativas, provocando inclusivamente, demissões e convulsões. Agora, perante mais um "ataque" dirigido contra a classe, aquele que, no início, foi encarado como uma lufada de ar fresco no sector da educação, poderá muito bem vir a ser o seu carrasco.

1 de julho de 2011

Com papas e bolos



Antes da últimas eleições legislativas, as bancadas do PSD e do CDS, uniram-se para acabarem com a avaliação de professores, tal qual a mesma se encontrava, com o simples objectivo de angariar os votos descontentes dos professores. Hoje, em plena Assembleia da Republica, o recém empossado ministro da educação, referiu que o novo modelo de avaliação dos professores será brevemente apresentado isto, claro, depois de Passos Coelho ter dito "não existirem condições para construir novo modelo de avaliação de professores". Ora, perante esta posição, estratégica bem sei, só me ocorre dizer que, no mundo em que vivem alguns dos nossos docentes, ainda há quem acredite no Pai Natal.

22 de setembro de 2010

Vulgaridades



A pensar no embaraço em que os filhos colocam os pais quando, por curiosidade, lhes perguntam o significado daquelas palavras que normalmente são ditas nos momentos em que as coisas lhes correm menos bem, a Porto Editora lançou um dicionário de palavrões.
A inciativa foi tão bem acolhida, que muitos professores do ensino básico o aconselharam aos seus alunos, talvez por estarem fartos de serem fisicamente afectados e preferirem ouvir o asneiredo que eles próprios incentivaram os alunos a conhecer e a aprender.
Os pais, obviamente, não vão ficar agradados com a ideia, não tanto pelo preço que poderão custar tais auxiliares de estudo, mas mais com o facto de começarem a verem os seus filhos a utilizar correntemente o asneiredo que, em tão virtuoso manual, vão decerto encontrar.