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3 de abril de 2010

Querem lá ver o diabo!!!


Eu não desejava voltar ao assunto mas não consigo evitar de o fazer. 
Recusam falar de pedofilia, antes preferindo falar de aborto. Remetem-se ao silêncio como se não fosse nada com eles e agora, ainda por cima, apresentam-se como vítimas de ataques só comparáveis ao anti-semitismo. Daqui a nada, estou mesmo a ver, vão acusar as crianças de os incitarem a ter relações sexuais, apesar de saberem que estavam sujeitos às regras do celibato.
O que vale à igreja católica, são os milhões de fiéis que tem em todo o mundo. Além disso, não podemos esquecer que também existem na igreja católica muitos exemplos de dedicação ao próximo e de grandes sacrifícios em prol da verdade e da fé em Cristo. Por tudo isso, em vez de andarem com palermices e a tentarem evitar, a todo o custo, serem confrontados com a realidade que todos conhecem, condenam, e repudiam, deveriam assumir o erro, pedir as devidas desculpas e deixarem voluntariamente o lugar  que ocupam na instituição que julgam estar a proteger, sujeitando-se à justiça dos homens sem constrangimentos, como se de uma tentação carnal se tratasse.

1 de abril de 2010

Os desígnios de Sua Santidade o Papa


Por esta altura, sua eminência o Papa, estará a pensar que a situação em que a igreja se encontra, face à denúncia dos sucessivos casos de pedofilia em que se envolveu (e envolverá) o seu clero, está á ficar cada vez mais impossível de aturar.

10 de março de 2010

Padres Pedófilos

 
Tem-se vindo a descobrir que a célebre frase “deixai vir a mim as criancinhas” foi demasiadas vezes levada à prática por variadíssimos padres católicos. Imagine-se que, a troco de protecção e bem-estar, muitas crianças foram levadas para os mosteiros, e outros redutos espirituais, a fim serem submetidas às mais horrendas sevícias sexuais, e tudo, imagine-se, em nome de Deus. Sim, aquele cujo filho aparece nos catecismos que as paróquias oferecem na catequese.
Mas o mais grave de tudo isto, é que essas condenáveis práticas ocorreram com o conhecimento das mais altas instâncias eclesiásticas, elas próprias também coniventes, em silêncio, com o “modus operandi” desses representantes da igreja, aquela que em nome de um ser maior, professa o amor, não carnal, entre os humanos e que depois acolhe no seu seio depravados sexuais, cujas vestes estão manchadas pelo maior dos pecados.