Recusam falar de pedofilia, antes preferindo falar de aborto. Remetem-se ao silêncio como se não fosse nada com eles e agora, ainda por cima, apresentam-se como vítimas de ataques só comparáveis ao anti-semitismo. Daqui a nada, estou mesmo a ver, vão acusar as crianças de os incitarem a ter relações sexuais, apesar de saberem que estavam sujeitos às regras do celibato.
O que vale à igreja católica, são os milhões de fiéis que tem em todo o mundo. Além disso, não podemos esquecer que também existem na igreja católica muitos exemplos de dedicação ao próximo e de grandes sacrifícios em prol da verdade e da fé em Cristo. Por tudo isso, em vez de andarem com palermices e a tentarem evitar, a todo o custo, serem confrontados com a realidade que todos conhecem, condenam, e repudiam, deveriam assumir o erro, pedir as devidas desculpas e deixarem voluntariamente o lugar que ocupam na instituição que julgam estar a proteger, sujeitando-se à justiça dos homens sem constrangimentos, como se de uma tentação carnal se tratasse.

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