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30 de julho de 2011

Agora sim, seremos realmente competitivos


Com as medidas anunciadas pelo novo governo, com vista à redução da taxa social única e à redução da indemnização pelo despedimento, estão criadas todas as condições para, finalmente, e na perspectiva dos empresários, o país conseguir tornar-se realmente competitivo. Só espero que por essa competitividade, passe também a uniformização de todos os outros benefícios de que gozam os trabalhadores do espaço europeu, designadamente o ordenado mínimo, esse sim principal factor de diferenciação do poder de compra entre os trabalhadores.

22 de dezembro de 2010

Um número cada vez mais longe


É inadmissível que, ainda não seja no próximo ano, que os portugueses vão ver o seu ordenado mínimo aumentado, apesar de, todos os dias, nos chegarem notícias de que este ou aquele organismo público ou privado, necessitam de uma injecção de capital da ordem dos milhões.
Choca-me sobretudo saber que, num país onde a crise não chega aos artigos de luxo, ainda existem trabalhadores que não conseguem levar para casa, sequer uma nota de 500 euros, muito por culpa, por um lado, daqueles que embora recebendo a mais não o declaram e, por outro, daqueles que incentivando essa fuga aos impostos, pagam por fora aquilo que na realidade deviam declarar que pagaram.

17 de dezembro de 2010

Pau de dois bicos



Pelo menos, 50% da indemnização devida aos trabalhadores despedidos, será suportada por um seguro especificamente criado para o efeito por quem os contrata. O Estado consegue assim aliviar para metade o esforço das empresas no que toca ao montante da indemnização. Com esta medida, já os patrões podem aumentar, se quiserem, o salário mínimo para a extraordinária quantia de 500 euros mas, por outro lado, também podem despedir o trabalhador, sem que para isso tenham que suportar a totalidade dos custos.