É inadmissível que, ainda não seja no próximo ano, que os portugueses vão ver o seu ordenado mínimo aumentado, apesar de, todos os dias, nos chegarem notícias de que este ou aquele organismo público ou privado, necessitam de uma injecção de capital da ordem dos milhões.
Choca-me sobretudo saber que, num país onde a crise não chega aos artigos de luxo, ainda existem trabalhadores que não conseguem levar para casa, sequer uma nota de 500 euros, muito por culpa, por um lado, daqueles que embora recebendo a mais não o declaram e, por outro, daqueles que incentivando essa fuga aos impostos, pagam por fora aquilo que na realidade deviam declarar que pagaram.

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