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11 de outubro de 2013
Depois admiram-se
Um pouco para contrariar a ideia de que o Estado é pessoa de bem e que os nossos governantes estão no poder para, supostamente, zelar pelo bem estar daqueles que coloca à sua guarda.
27 de junho de 2011
Águas passadas
Estou convencido de que generalidade do povo português, não vai querer voltar a ler notícias que dão conta das aquisições luxuosas que muitos dos administradores das empresas públicas tiveram a liberdade de fazer desde que a democracia se instalou definitivamente no nosso país. Foi por isso, aliás, que o povo português, confiou ao PSD e ao CDS/PP, a responsabilidade de colocarem um ponto final a uma prática, desde sempre tida como habitual nos meandros, tanto dos ministérios, como das empresas em cujo Estado participa maioritariamente, isto, claro, partindo do princípio que os governantes recém eleitos, e nomeados, nada têm a ver com a rebaldaria a que nos foram habituando os que, antes deles, por lá passaram.
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empresas públicas,
estado,
rebaldaria
4 de janeiro de 2011
Chupas com barbas
Foi criada para rentabilizar o rendimento económico dos hospitais e depois de uma auditoria, revelou-se ter sido uma opção desastrosa que durou 46 anos, designadamente no que diz respeito aos prémios chorudos pagos administradores, e ao atropelo reiterado de inúmeras regras de concorrência.
É mais uma situação que vem reforçar a ideia de que o Estado não tem, nem deve ter, funções empresariais. Deve, isso sim, reforçar o seu papel de fiscalizador do mercado, pois só assim poderá julgar de forma imparcial e transparente.
9 de dezembro de 2010
O mito da corrupção
A corrupção não existe, o que existe, isso sim, é um conjunto de indivíduos que competem com o Estado na obtenção ilegal de rendimentos.
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corrupção,
estado,
rendimentos
4 de outubro de 2010
O estado do Estado
O Estado lança o concurso, adjudica a obra, paga ao empreiteiro e, no fim, manda lá um representante para a inaugurar. Nada faz para fiscalizar os trabalhos, para verificar se tudo está conforme o caderno de encargos e ainda por cima paga as derrapagens sem sequer compreender em que rubricas é que houve necessidade de alterar o contratado. Depois, quando secarem as massas e a qualidade dos materiais aplicados começar a ser revelada, então começam a surgir os problemas, com o óbvio incómodo para os utentes, sem que seja possível encontrar alguém a quem imputar a responsabilidade pelos danos decorrentes das deficiências de construção.
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