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27 de janeiro de 2012
9 de dezembro de 2010
O mito da corrupção
A corrupção não existe, o que existe, isso sim, é um conjunto de indivíduos que competem com o Estado na obtenção ilegal de rendimentos.
etiquetas:
corrupção,
estado,
rendimentos
29 de outubro de 2010
O país dos matraquilhos
Só num país como o nosso é que se admite que os árbitros ameacem não continuarem a arbitrar os jogos do campeonato por, supostamente, considerarem que estão a ser prejudicados com o regime fiscal que vai começar a vigorar a partir de 2011.
Em condições consideradas normais, e perante o ultimato anunciado, o imposto deveria de passar para o dobro e os árbitros seriam substituídos por outros de nacionalidade diferente. Sem dúvida que seria uma vergonha, mas maior vergonha é aquilo que se está a passar no mundo do futebol, em que os árbitros, para além daquilo que ganham nas profissões que normalmente desempenham quando não estão a arbitrar, ainda são agraciados com os prémios dos clubes e com aquilo que, não sendo prémio, se poderá considerar favorecimento e que normalmente se traduz em outro ordenado.
26 de outubro de 2010
É óbvio
I
É óbvio que um magistrado da nação tem que ganhar mais do que qualquer outro funcionário público, pois a complexidade da sua profissão, levam-o a lidar com inúmeras situações em que, muitas das vezes, não fosse o seu vencimento e regalias, o poderiam levar a, por momentos, pensar que optar pelo outro lado da barricada seria melhor a solução. Outra coisa são os corporativismos instalados e a crescente influência que exercem sobre os mecanismos de decisão da sociedade. Quanto a esses, só um Estado forte os pode controlar.
É óbvio que um magistrado da nação tem que ganhar mais do que qualquer outro funcionário público, pois a complexidade da sua profissão, levam-o a lidar com inúmeras situações em que, muitas das vezes, não fosse o seu vencimento e regalias, o poderiam levar a, por momentos, pensar que optar pelo outro lado da barricada seria melhor a solução. Outra coisa são os corporativismos instalados e a crescente influência que exercem sobre os mecanismos de decisão da sociedade. Quanto a esses, só um Estado forte os pode controlar.
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corrupção,
magistratura
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