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14 de agosto de 2014

30 de julho de 2014

A pipa encantada


Espero que sim! Espero que as palavras do sr. presidente da Comissão Europeia sejam, não só ouvidas, mas também aplicadas, pois a experiência dos milhões aos pontapés, da vida fácil e prazenteira, bem nos causou amargos de boca que ainda hoje estamos a pagar, não todos claro, mas quase todos.

12 de abril de 2014

Aburguesou-se



Não foi o primeiro, mas conseguiu tomar-lhe a dianteira no que diz respeito à qualidade de ensino sem liberdade, nos tempos em que ainda era um imberbe e revolucionário estudante.
Claro que toda esta "evolução", pode muito bem ser um ensaio para suceder a Cavaco e por isso convém que tenha um cheirinho a Estado Novo.

27 de julho de 2012

Para quando os nossos?


Depois do rescaldo das eleições, de algumas demissões e tantas outras situações, Atenas propõe baixar salários de governantes, como medida necessária para ajudar a ultrapassar a crise. Por cá, em vez de trilharmos o mesmo caminho, continuamos a falar de subida da carga fiscal, como forma de diminuir o défice.

16 de junho de 2012

Há prémios que esperam...

"21 anos depois de ter sido galardoada, 22 anos antes de ter sido colocada pela primeira vez em prisão domiciliária, e 23 anos depois de ter decidido regressar ao seu país para servir a causa nacional da liberdade e democracia"

9 de abril de 2010

Elas pagam-se cá todas


Aproveitando a "onda" dos inquéritos parlamentares, em que os deputados da nação se substituem aos tribunais, eis que agora chegou a altura do partido do governo pedir meças aos responsáveis pela realização do ruinoso negócio dos submarinos.
Perante esta realidade, quer o PSD, quer o CDS/PP, poderão não ser muito prejudicados com o desenrolar da situação, mas que vão sair chamuscados, ai isso vão. Porém, como já vem sendo hábito, os verdadeiros responsáveis hão-de sair-se airosamente do imbróglio gerado pela descuidada actuação que tiveram como partes daquele negócio.

31 de março de 2010

Em lume brando


Instado sobre a mais recente revelação de corrupção no caso dos submarinos, que tanto orgulho trouxe a Paulo Portas enquanto ministro da defesa e que mais recentemente provocou a demissão do cônsul honorário de Portugal em Munique, Durão Barroso referiu não ter qualquer intervenção directa ou pessoal neste âmbito .
Obviamente que as buscas realizadas à sede da empresa alemã responsável pelas contrapartidas dos submarinos, não tinham como objectivo encontrar indícios sobre as relações directas dos intervenientes, porque essas são do conhecimento público. O objectivo era sim encontrar indícios das eventuais relações indirectas, essas sim comprometedoras do bom nome e da seriedade com que os intervenientes no processo encararam o interesse do Estado.
Esperemos então, com a necessária e habitual tolerância, que a justiça nos esclareça, tal como nos tem esclarecido até aqui.