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10 de fevereiro de 2013
4 de dezembro de 2012
Pois claro
Independentemente dos recuos, tanto do presidente do eurogrupo, Jean-Claude Juncker, como do nosso ministro Vítor Gaspar, Portugal só não beneficia das condições agora adotadas para a Grécia porque não houve quem em Portugal tivesse desafiado o poder do Estado, tal como os gregos fizeram desde a primeira hora. Assim, como as coisas por cá não foram tão danificadas como lá, nem os nossos políticos foram vilipendiados de forma sequer semelhante, não é necessário, nem mais dinheiro, nem mais prazo.
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27 de julho de 2012
Para quando os nossos?
Depois do rescaldo das eleições, de algumas demissões e tantas outras situações, Atenas propõe baixar salários de governantes, como medida necessária para ajudar a ultrapassar a crise. Por cá, em vez de trilharmos o mesmo caminho, continuamos a falar de subida da carga fiscal, como forma de diminuir o défice.
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5 de novembro de 2011
3 de novembro de 2011
De uma atualidade atroz, quase impossivel de aturar
"Nós estamos num estado comparável apenas à Grécia: a mesma pobreza, a mesma indignidade política, a mesma trapalhada económica, a mesmo baixeza de carácter, a mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se em paralelo, a Grécia e Portugal"
[in As Farpas - simpaticamente enviada por mail]
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5 de outubro de 2011
Já que fizeste a merda...
Merkel apontou Portugal como exemplo a seguir pela Itália, por ter sido um país que respeitou e aplicou, de forma exemplar, as medidas de foram acordadas com a troika.
Claro que vindo da chanceler alemã, aquele elogio soa-me mais a orgulho, por nos ter conseguido disciplinar, do que propriamente a satisfação
Pois ainda bem que é assim porque, ao contrário dos gregos que não param de contestar a austeridade subserviente de que estão a ser alvo e a capacidade dos líderes que os (des)governam, nós os portugueses, perante a mais óbvia relação de causa efeito, dos que nos têm governado, com a crise que estamos a atravessar, continuamos a preferi-los na estúpida esperança de que sejam eles a tirar este pais da porcaria em que o mergulharam.
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Pois ainda bem que é assim porque, ao contrário dos gregos que não param de contestar a austeridade subserviente de que estão a ser alvo e a capacidade dos líderes que os (des)governam, nós os portugueses, perante a mais óbvia relação de causa efeito, dos que nos têm governado, com a crise que estamos a atravessar, continuamos a preferi-los na estúpida esperança de que sejam eles a tirar este pais da porcaria em que o mergulharam.
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29 de junho de 2011
Políticos de merda
É muito triste quando um povo se apercebe que o seu governo o enganou e se prepara para vender grande parte daquilo que lhe resta, só para poder continuar a respeitar os compromissos assumidos perante a comunidade internacional. Mas também não deixa de ser muito triste que esse mesmo povo consiga viver durante vários anos acima das suas possibilidades, pensando que as dificuldades jamais lhe baterão à porta e que os sacrifícios são coisas para aqueles que ainda assim, se vão esforçando para se manterem à tona da crise, nunca sabendo muito bem se esse esforço alguma vez resultará.
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