Mostrar mensagens com a etiqueta cortes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cortes. Mostrar todas as mensagens

12 de outubro de 2013

Não matem o mensageiro


Se um governo tem como única solução para "arranjar" dinheiro, o corte nas pensões daqueles que tão pouco têm para viver, então é porque os seus ministros já abdicaram de todas as regalias, possíveis e imaginárias, que um representante do Povo pode ter, só pelo simples facto de, voluntariamente, o representarem, à semelhança do que acontece nos países nórdicos, aqueles cujo grau de desenvolvimento os coloca no grupo dos países desenvolvidos e onde, por sinal, mais se gasta com os serviços sociais.

16 de novembro de 2012

A mulher de César....

Impressiona-me a falta de caráter deste governo.
Choca-me a insensibilidade demonstrada pelos seus ministros quando do alto das suas tribunas dizem que o Povo não sofre, e se sofre, não sofre como devia.
Causam-me asco quando dizem que os sacrifícios são para todos, quando depois se verifica o inverso.
Choca-me que se mantenham impunes, policialmente bem protegidos, e alheios à pútrida realidade que os rodeia e com a qual convivem, com a maior das naturalidades.

[imagem - Romans of the Decadence, 1847]

23 de outubro de 2012

Branca


A merda toda foi terem convencido as pessoas de que é possível (sobre)viver gastando muito pouco, ainda que, por vezes, seja duvidosa a qualidade do produto, dada a pouca informação acerca da sua origem.
Serão as "marcas brancas", tão acarinhadas pelas grandes superfícies comerciais, as responsáveis por tudo isto, ou será que a necessidade de apaziguar o descontentamento de Belmiro de Azevedo e Jerónimo Martins, é pura ilusão?

8 de julho de 2011

Até que enfim se faz LUZ

Não é que o nosso primeiro-primeiro ministro tenha sido a minha escolha nas passadas eleições legislativas, talvez por considerar que representaria os mesmos lobbys de sempre e que a sua política nada traria de novo à realidade do nosso país. Porém ao ler as medidas por ele tomadas, no que diz respeito ao corte da regalias do Governo, vejo-me obrigado a admitir que me revejo nas suas políticas e, a continuar assim, não terei dúvidas em quem votar nas próximas legislativas. A única coisa que me espanta, é que só agora alguém tenha tido a coragem de colocar os representantes do Povo, ao nível de quem os elegeu, apesar de estar à vista de todos, que as mordomias de que passavam a beneficiar, depois de sentarem os seus traseiros nas cadeiras dos ministérios, ficavam muito para além do moralmente admissível.