Não é que o nosso primeiro-primeiro ministro tenha sido a minha escolha nas passadas eleições legislativas, talvez por considerar que representaria os mesmos lobbys de sempre e que a sua política nada traria de novo à realidade do nosso país. Porém ao ler as medidas por ele tomadas, no que diz respeito ao corte da regalias do Governo, vejo-me obrigado a admitir que me revejo nas suas políticas e, a continuar assim, não terei dúvidas em quem votar nas próximas legislativas. A única coisa que me espanta, é que só agora alguém tenha tido a coragem de colocar os representantes do Povo, ao nível de quem os elegeu, apesar de estar à vista de todos, que as mordomias de que passavam a beneficiar, depois de sentarem os seus traseiros nas cadeiras dos ministérios, ficavam muito para além do moralmente admissível.

1 comentário:
"Colocar os representantes do Povoao nível de quem os elegeu", com um ordenado como o deles???
Falta saber como vão ser pagas as despesas de
representação e também quando é que um membro do governo está ou não está em serviço, porque eles consideram que estão sempre em serviço (e um bom governante até está, porque tem que trabalhar todos os dias da semana e a qualquer hora).
Outro pormenor: quando um ministro vai a Bruxelas ou a outro qualquer lugar no estrangeiro, como faz? Vai à tesouraria do ministério levantar dinheiro, que leva num saco, para as despesas de hotel, táxi, refeições, e outras?
Por outro lado, os trabalhadores "normais" vão para o trabalho no seu carro ou de transp. público: e eles, levam o deles para o trabalho como qualquer cidadão?
Balelas, meus caros, balelas!
Passos Coelho sabe bem que é com papas e bolos que se enganam os tolos!
Enviar um comentário