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18 de abril de 2011

Reformados alvo

 As medidas de austeridade já começam a ser tomadas, desta vez com a proposta lançada pelo FMI ao governo português, com vista ao corte dos subsídios de Natal e de Férias aos reformados. 
Esta é uma medida que coincide com a publicação em diário da república, de um diploma que prevê o  exercício de funções públicas por aposentados, reservistas e reformados, que se encontrem fora de efectividade de serviço.
Coincidência, ou não, o governo está já a preparar-se para colocar os que já dispensou do exercício de funções públicas, entre a espada e a parede. No fundo é qualquer coisa do tipo "ou aceitas regressar, ou então ficas só com a reforma" o que, se bem conheço o português, aceitará com a sua habitual subserviência, o que lhe for imposto, por quem ainda lhes paga.

4 de novembro de 2010

Aos poucos a coisa vai


Aos poucos o Estado vai conseguindo encontrar formas de reduzir a despesa. Queria-me parecer que, ao nível dos cortes na despesa, o OE para 2011 pecava por excesso de modéstia, ao proteger os aposentados que acumulavam pensões e subvenções.
Não querendo ser juiz em causa alheia, estou em crer que um pensionista, pago pela Caixa Geral de Aposentações, possuidor de um respeitável idade, não carecerá de reformas de valor superior a 5000 euros, sob pena de correr o risco de não a poder gastar, relegando essa tarefa para os seus descendentes, os quais não estarão muito preocupados em saber a proveniência de tão chorudo rendimento, mas sim em  aplicá-lo  de forma a que ele cresça em seu proveito.