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28 de maio de 2018

É porque a coisa (ainda) não está assim tão má


A União Europeia decidiu declarar guerra ao plástico, já avançando até com algumas medidas que irão contribuir para diminuir a presença desse terrível produto da nossa sociedade, designadamente a substituição das cotonetes e dos práticos talheres e pratos de plástico, que tanto contribuem para a diminuição do consumo de água no nosso planeta, por outros que obriguem cada um de nós a diminuir a nossa pegada ecológica. Pergunto, se em vez de serem adotadas medidas que só poderão ter eficácia daqui a uns (largos) anos, porque não começarem a proibir desde já a fabricação desses produtos tão nefastos? Claro que isso não irá acontecer (não ao ritmo desejado), pois os efeitos na economia das empresas produtoras e consumidoras desse enorme pesadelo seria catastrófico, já para não falar das terríveis consequências que uma drástica "desabituação" da utilização do plástico provocaria nas nossas alegres, insignificantes e efémeras vidas. 
O mesmo acontece com os automóveis demasiado poluentes de que todos querem ver-se livres. Se fosse mesmo intenção dos governos encetar políticas ambientais que promovessem a aquisição de veículos que não poluíssem, então colocariam os automóveis elétricos ao preço dos automóveis movidos a combustíveis fosseis. 

2 de fevereiro de 2011

Estes ambientalistas.....


O BE denunciou um atentado ambiental perpetrado, imagine-se, por quem supostamente existe para nos proteger de tudo aquilo que constitui uma ameaça à nossa qualidade de vida, designadamente, os crimes que constantemente, nós humanos, praticamos sobre o ambiente.
Foi contabilizada a destruição de cerca de 25 hectares da Zona de Protecção Especial (ZPE) da Ria de Aveiro, que depressa os responsáveis pelo exercício militar vieram desmentir, explicando que tal intervenção se tratou, afinal, de uma acção de limpeza sazonal para, como facilmente se conclui, manter aquela zona livre da potencial ameaça que uns pinheiros constituem para outros.