O número de oficiais-generais das forças armadas portuguesas, ultrapassa em 54 o número previsto para militares daquela patente. Tal realidade custa aos cofres do Estado, o que por outras palavras quererá dizer aos nossos bolsos, o montante de 3 milhões de euros mensais.
Sabendo nós que o número de militares no nosso país não vai além dos 40.000 efetivos e que um oficial general tem como principal função a de comandar grandes unidades militares (com mais de 50.000), por que raio de motivo é que havemos de ter mais do que o necessário.
A esta e outras perguntas irá responder Aguiar Branco “depois de analisar convenientemente o relatório da Inspecção Geral das Finanças”. Se a resposta for semelhante à que deu no caso dos militares que foram indevidamente promovidos, então continuaremos a ter o mesmo gasto mensal com as remunerações, para o mesmo número de oficiais generais, só que desta vez os que estão a mais serão colocados fora do ativo, que é como quem diz, longe dos holofotes, para não serem incomodados e para não continuarem a ser um incómodo.

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