Na sua mais recente visita oficial à Alemanha (ainda a decorrer), Bento XVI sugeriu a Angela Merkel que "os políticos devem ter o poder de levar a cabo políticas para o povo, em vez de serem dirigidos pelos mercados. E que isto é uma tarefa muito, muito, grande perante a globalização actual"
É bom saber que o chefe máximo da Igreja Católica se preocupa com o povo e que o coloca acima de qualquer interesse político ou económico. Só tenho pena que essa posição não tenha tido reflexo aquando das obras do Santuário de Fátima, que custaram aos cofres da igreja a módica quantia de quase 80 milhões de euros (o dobro do inicialmente previsto), a não ser que esse investimento nada tenha a ver com as preocupações manifestadas pelo do Santo Papa à chanceler alemã, mas sim com as questões da fé as quais, obviamente, não são da competência dos políticos, esses maléficos e inconsequentes gastadores.
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