15 de fevereiro de 2012

Sem saída

 
Choca-me que cada vez mais mulheres, olhem para a prostituição como o único meio para, por exemplo, darem de comer aos seus próprios filhos ou cumprirem com algumas das obrigações a que se vincularam, enquanto ainda podiam contar com um rendimento ganho condignamente, na perspetiva do patrão, por mais parco que fosse.
Será que essa opção é um sinal de que, finalmente estamos, como país, a evoluir economicamente, ou será que tal atividade é condição para nos tornarmos mais competitivos, já que a quantidade de mulheres que se entregam a essa "tábua de salvação", são oriundas de empresas que, devido à seletividade da crise, foram obrigadas a encerrar portas?
I

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