7 de janeiro de 2011

Perspectivas


Para que não hajam dúvidas, os portugueses terão que escolher entre um candidato que não se deixa intimidar com as acusações de que é alvo e, melhor do que isso, decide quando e como deve falar acerca do que quer que seja, e entre um candidato que parece não ter encontrado nada mais com que incomodar o ainda presidente da república, para além das acções da Sociedade Lusa de Negócios, dona do B.P.N., frustradas que foram as tentativas para o colarem ao regime de Salazar, ou muito simplesmente, à criação das E.P.E ou até ao facto de manter na comissão de honra da sua candidatura, antigos colaboradores seus que estão implicados em alguns dos escândalos financeiros que ultimamente ocorreram no nosso país.
Quando tudo isto não é suficiente para desacreditar um candidato, que aparentemente consegue granjear  a simpatia do povo, então estará perdida a corrida de Alegre a Belém.

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