Depois das "Escolhas de Marcelo" e do congresso do PSD, nunca mais se viu ou ouviu falar do professor a não ser quando, no 6º Fórum Interdisciplinar de Professores, considerou que os católicos deviam assumir-se como minoritáros numa sociedade onde ser católico só pesa estatísticamente.
Realmente está a perder-se, espero que não definitivamente, uma agradável presença nos ecrãs da televisão, quanto mais não fosse pelo simples facto de nos sugerir boas leituras. Quanto à possível candidatura a líder do maior partido da oposição, acho muito bem que, como senador, tenha optado por não se meter nessas tricas políticas que, eventualmente, lhe iriam tirar aquela abordagem imparcial e crítica com que analisava ao percurso dos políticos do nosso país, fossem ou não do seu partido de sempre. Tirando isso, estou mais do que convencido que o professor não irá estar muito tempo sem regressar aos ecrãs, até porque é necessário que exista alguém que apresente a política tal como ela é, apesar de para alguns não ser como devia ser.
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