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20 de dezembro de 2012

Oportunidade perdida


Não é que me choque ver a TAP nas mãos Estado, o que me choca, isso sim, é o constante acumular dos prejuízos da nossa companhia aérea e as principescas regalias que, pelo menos, os seus pilotos teimam em  querer manter, obviamente suportadas por todos nós. Se ao menos fosse vendida, até poderiam ter a sorte de encontrarem um doido que lhes desse mais do que aquilo que hoje recebem, e não pensem que se fica apenas pelo chorudo ordenado.

3 de junho de 2011

Há mais quem queira


Aproveitando a greve anunciada pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil, a Ryanair decidiu fazer uma operação de charme para seduzir os passageiros que ficaram prejudicados pelo cancelamento dos voos, com o objectivo de os levar a escolher os seus serviços.
O que me espanta no meio disto tudo, é que, apesar de todos saberem as dificuldades que o país atravessa, ainda assim, alguns sectores  da sociedade não se coíbem de exigirem mais do que aquilo que já têm, ainda por cima a uma companhia de aviação pública, cujo o prejuízo estimado, em caso de paralisação, se estima em 50 milhões, o que por outras palavras quererá dizer, que se traduz num grave revés para uma companhia que todos os anos acumula prejuízos e cuja privatização, por isso mesmo, se pede com urgência. Assim, enquanto uns protestam por mais regalias, outros aproveitam o descontentamento causado por esse protesto, para amealharem mais uns clientes e, por arrastamento, mais uns euros.

11 de novembro de 2010

Se a moda pega...

 
Qualquer dia, ninguém vai tentar sequer abrir a sua caixa de correio electrónico, com receio de ter lá alguma mensagem que lhe comunique o seu despedimento.
É a forma mais prática, rápida, barata e mais cobarde de comunicar uma decisão tão delicada como a que receberam os trabalhadores da Groundforce quando, durante o dia de ontem foram confrontados com essa triste decisão.

10 de agosto de 2009

Aquisições incompreendidas



A decisão de adquirir 42 viaturas, chocou os representantes sindicais dos trabalhadores da maior transportadora aérea portuguesa, por ter acontecido após uma interrupção das negociações salariais como os trabalhadores. Segundo a administração da TAP, tal aquisição justifica-se pela necessidade de proceder à substituição de viaturas "que já tinham muitos anos". Mais simpático, e quiçá melhor aceite, seria justificar a necessidade de aquisição de tais viaturas, como forma de contribuir para a recuperação do sector automóvel do nosso país.