Mostrar mensagens com a etiqueta sporting. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sporting. Mostrar todas as mensagens

24 de agosto de 2011

Arbitrariedades do futebol português


Então vamos lá a ver se eu percebo:
  1. O Sporting diz que foi verdadeiramente prejudicado no jogo com o Olhanense, por culpa da incompetência do árbitro;
  2. Os árbitros queixam-se de como foram maltratados e por isso não arbitram (à partida) mais jogo algum com o Sporting; 
  3. Se mais alguém se chateia com os árbitros, não há mais jogos, e Portugal corre o risco de ficar sem campeonato.
  4. Ainda bem que os jogadores não pensam assim e até preferem jogar sem juiz na partida.

4 de março de 2011

Caindo em desgraça


Longe vão os tempos em que barafustar, apenas tinha como resultado a expulsão do banco. Agora, afastado que está dos relvados, pensava que barafustar numa unidade de saúde lhe daria mais hipóteses de um rápido atendimento. Enganou-se redondamente, pois foi impedido pela polícia, de continuar a comportar-se de maneira pouco própria para alguém que deveria ser um exemplo de integridade.
Por outro lado, depois de entrar para o carro para se ir embora, foi logo mandando parar, pelos mesmos que o terão admoestado, e foi submetido ao teste de despistagem de álcool que se traduziu numa multa que terá pago sem dificuldades, atento o montante da indemnização que terá recibo pela rescisão do contrato com a SAD sportinguista.
Só desejo que este afogar de mágoas, seja breve e que o homem recupere rapidamente para se tornar no grande treinador de futebol que deseja ser, tal como todos aqueles que, apesar de todos negros, não se importam de continuar a levar porrada.

8 de fevereiro de 2011

Em casa onde não há pão

Quando Paulo Sérgio ainda era treinador do clube de Alvalade, era criticado por falar, em conferência de imprensa, de assuntos que nada tinham a ver com futebol, mas sim com os problemas com que se debatia no seio da estrutura directiva daquele clube, problemas esses que se refletiam no desempenho do plantel. Por dizer a verdade, ou não, foi afastado do lugar de treinador, tendo sido substituído pelo Carvalhal o qual, contra todas as previsões, conseguiu manter a equipa em crescendo, o que não terá agradado a Bettencourt, que o dispensou após ultrapassado o período de tormenta. Seguiram-se as contratações de Paulo Sérgio, José Couceiro e Costinha as quais, segundo o dirigente sportinguista de então, iriam colocar o clube de Alvalade nos lugares cimeiros da tabela o que, não muito mais tarde, se veio a comprovar que não aconteceu. Obviamente que toda esta confusão iria, mais tarde ou mais cedo, dar lugar a declarações polémicas, que iriam adensar ainda mais o clima de descontentamento que se vive no clube que já foi o do "cinco vilolinos" como é o caso da venda de Liedson e da não contratação de Trezeguet.
 

23 de dezembro de 2010

O substituto


Normalmente, quando os resultados de uma equipa não são os melhores, opta-se pela alteração da equipa técnica, pela mudança da táctica ou pela substituição de um ou outro jogador, ou ainda pela aquisição de novos reforços para colmatar uma possível falha que se faça sentir numa das posições. 
O que eu não sabia (perdoem-me a ignorância), é que ainda era possível, para além das soluções apresentadas, contratar alguém para desempenhar as funções de director-geral, com vista a substituir o próprio presidente José Eduardo Bettencourt, libertando-o assim para se concentrar em outras áreas do clube.
Será esta a estratégia encontrada pelo Sporting para alterar o rumo dos acontecimentos?
Cá para mim será, antes de mais, uma maneira engenhosa encontrada pelo presidente leonino para se desculpabilizar dos maus resultados que a equipa de Alvalade possa vir a conhecer futuramente.

3 de abril de 2010

O canto do cisne



Apressadamente, digo eu, os dirigentes do Sporting, falaram com Vilas Boas no sentido de ser ele a pegar na esfrangalhada equipa que Paulo Bento deixou. Claro que Vilas Boas não ia deixar de ser treinador da Académica a meio da época e ainda por cima para pegar num plantel como o do Sporting. A escolha, de recurso, diga-se, caiu sobre Carlos Carvalhal, desempregado que estava, olhou para o clube de Alvalade como a cereja em cima do bolo. Aceitou a oportunidade de treinar um clube com um enorme passado e com um presente promissor. Apesar de saber que estava a prazo, nem por isso deixou de continuar a acreditar numa equipa que, com ele, tinha regressado às saborosas vitórias. Deixa o Sporting melhor do que o encontrou e deixa também a mágoa de não ter podido continuar a trabalhar em nome daquilo em que sempre acreditou.