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9 de fevereiro de 2011

Ora bolas


Agora que as coisas estavam tão bem encaminhadas para, finalmente, ser resolvido o imbróglio judicial em que mergulhou o caso Face Oculta, é que a TMN vem dizer que parte dos registos de que dispunha, referentes às escutas de alguns dos implicados, foram destruídos, imagine-se, por motivos de ordem técnica

30 de outubro de 2010

O mexilhão


Só de luvas pagou 1 milhão, tirando os robalos e outras coisas que ninguém imagina, ou se imagina prefere não dizer. Fez favores a muitos boys do PS e porventura colocou-se a jeito para encobrir muitas aldrabices, fossem elas relacionadas com a Refer a REN ou outra empresa pública qualquer. Foram tempos de fartura e de falsas amizades, mal imaginando que, se a coisa desse para o torto, como deu, ele seria o mais afectado de todos porque não existia ninguém que se colocasse ao lado dele quando o escândalo rebentasse. Agora, que todos procuram um culpado, eis que surge um que, com o perfil ideal, vai servir de bode expiatório e pagar por todos eles. É o que acontece a quem se mete com os tubarões do PS.

29 de outubro de 2009

Ascenção e queda

Quando vejo alguém muito colado ao poder, muito bem posicionado, muito bem falante, muito lavadinho, muito disponível para assumir sucessivas nomeações para cargos onde, aparentemente, não devia estar, por nada ter a ver com a experiência profissional que têm, fico com a sensação de que, mais tarde ou mais cedo, irão ter que justificar as peripécias em que se meteram para conseguirem tão bons lugares dentro de empresas que, força de razão, permanecem sobre forte influencia do Estado.
Claro que a simples sensação não será suficiente para, de imediato, concluir que existem de facto favorecimentos vários, deixando sempre aberta a possibilidade de tais ascensões meteóricas se deverem tão só ao indiscutível valor dos nomeados.
Porém, a realidade é outra. Neste país nada acontece por acaso e os exemplos de favorecimentos são inúmeros, sucedendo-se a um ritmo apenas comparado ao existente nos países em cuja democracia ainda não se encontra tão consolidada como em Portugal. Por isso, mais tarde ou mais cedo, aqueles que utilizam o cargo que ocupam para, supostamente, extorquir valores àqueles que necessitam dos seus favoráveis pareceres, são visitados pelo "braço armado da justiça", sentam-se naquele lugar onde todos os que não cumprem as regras vão parar e, muito provavelmente, vão andar de sessão em sessão, até à exaustão, a tentar provar que tudo não passou de um equívoco.