Somos de facto extraordinários. Quando a coisa se torna demasiado séria, falhamos os objectivos, ou porque estamos mal orientados, ou porque não temos aquele desempenho necessário ou então porque não conseguimos ultrapassar o estado emocional que nos puxa constantemente para baixo e nos leva a carpir as mágoas e a arranjar um culpado a quem possamos atribuir a culpa da nossa má sorte. Por outro lado, quando pretendemos provar, nem que seja a brincar, que superámos a fase negativa em que nos encontrávamos, e estamos prontos para superar todas as dificuldades que se nos apresentem, então conseguimos demonstrar que somos verdadeiramente extraordinários.
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18 de novembro de 2010
9 de outubro de 2010
Ora aí está uma boa notícia
Apesar de tudo ter ficado na mesma, excepto a mudança de treinador, parece que os nossos queridos meninos ficaram satisfeitos com a escolha e, pelo menos para já, decidiram começar a justificar as esperanças que todos gostamos de depositar neles, ou não fossemos nós uns adeptos babados, para quem uma vitória faz perdoar (mas não esquecer) todas as confusões geradas à volta das (in)decisões de Madail.
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20 de setembro de 2010
Tiro no pé
Depois de ter ido "mendigar" José Mourinho ao Real Madrid, Madail regressa a Portugal com a firme certeza de que Paulo Bento é o melhor treinador português para treinar a selecção, facto que deveria já ter assente antes de se ir humilhar perante o gigante do futebol espanhol.
Para além da nega que levou, Gilberto Madail demonstrou, mais uma vez, não ter condições, nem sequer perfil, para se manter à frente dos destinos da Federação Portuguesa de Futebol, organismo que se pretende coerente nas decisões que toma, pois das mesmas pode sair, como saiu, uma imagem fragilizada do país e de quem está à frente de organismos que o representam. Quem sabe se já não estaria mais do que na altura de também o presidente acompanhar Queiroz na saída, para ver se assim a casa mãe do futebol português ficava mais arejada.
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