Perante a crise, e como contributo para a sua resolução, a CIP propõs a redução do subsídio de desemprego. A preocupação dos patrões não é, como aparentemente se poderia pensar, combater o absentismo, mas sim impedir que o salário mínimo se mantenha, segundo eles, nos níveis incomportáveis em que se encontra, ou seja, impedir que os trabalhadores desempregados consigam, através daquele subsídio, ganhar mais do que se estivessem a trabalhar, o que para os patrões é uma autêntica vergonha.