
Um Deus arbitrário, incoerente e tirano, que embora tenha sido criado pelo homem é causador de muitos dos seus males é assim que Saramago classifica a divindade na sua mais recente obra a que deu o nome de "Caim".
Será que, caso ainda vivesse em Portugal, Sousa Lara o vetaria de novo? Estou em crer que não seria necessário porque outro protagonista se encarregaria de o fazer.