Se Carlos Queiroz fosse o treinador da selecção francesa, ainda se admitia que houvesse tanto alarido à volta da derrota portuguesa contra a Espanha.
Que me tivesse apercebido, nenhum jogador portugês foi recambiado e ninguém se recusou a treinar, por isso, o regresso a casa sem o título, só pode ser encarado com aquela naturalidade própria de quem está preparado para todas as possibilidades, agradem elas ou não a um povo tão alegremente carente.
As tácticas e as substituições, só interessam para o momento em que devem ser aplicadas. Depois disso, já só servem para alimentar o habitual lamúrio português, inconsequente, medroso e derrotista.




