Perante a urgência de contratar médicos, o ministério da saúde viu-se na obrigação de os aliciar, recorrendo à colocação de anúncios em alguns jornais, e não por intermédio da ordem dos médicos, como seria natural que acontecesse.
É inadmissível que não exista alguém que obrigue aqueles profissionais de saúde a aceitarem exercer a sua distinta profissão nas localidades onde não existe nenhum médico de família e em vez disso recorram aos mais diversos malabarismos, com o objectivo de colmatar essas falhas, mais tarde corrigidas com a contratação de clínicos vindos dos mais diversos pontos do globo.