Distraídos que andam com as crises económicas, políticas ou existenciais, os homens esquecem-se de olhar para o ambiente que os protege.
A sua ação pretensamente protetora, apenas contribui para um agravar das condições de vida do planeta que lhe serve de casa. Hoje soube-se, que o buraco na camada de ozono sobre o Ártico atingiu um máximo recorde de 40%. É triste sabermos que tudo caminha para um fim e que nada fazemos para o adiar o mais possível.

