De facto, a única coisa que me faria desejar sair do euro, era o preço que eu, a partir dali, iria pagar por um café. A não ser que os nossos comerciantes, pressionados pela crise, se recusassem a baixar o café para 50 ou 60 escudos, em vez dos actuais 120, como aliás devia ter sempre sido, não fosse a vontade de ganhar o mais possível, no mais curto espaço de tempo.
