19 de setembro de 2015

Mas quem será....


Apesar de nenhum dos protagonistas assumir a paternidade da vinda do monstro, o certo é que, de tempos a tempos, a Troika está por terras lusas. Não que isso me aflija, até porque a ideia de que a generalidade dos portugueses gosta de viver acima das suas possibilidades não é pregrina, pois apenas reflete o fraco e inconsequente desempenho de quem os governa e tem governado. Por isso, não é de admirar que de quando em vez tenhamos os credores a bater-nos à porta, com a consequente vinda do terror da austeridade para ensombrar este pequeno paraíso que tão bem satisfaz os desejos dos (endinheirados) povos do norte.

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