Como se não bastasse o baixo número de nascimentos no nosso país, e as consequências que resultarão dessa fraca natalidade, somos um dos países que mais contribui com jovens para impulsionar as economias dos outros, impelindo-os a procurarem emprego no estrangeiro, conscientes, ou não, de que esse exôdo irá comprometer o futuro daqueles que hoje trabalham na esperança de virem a usufruir de um sistema de proteção social para o qual contribuíram, sem que lhes fosse dada alternativa.

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