É ponto assente que todos portugueses irão ter férias. Mas as férias serão gozadas de acordo com a poupança de cada um, o que por outras palavras quererá dizer, sem os subsídios do Estado, sem os empréstimos à medida, a serem pagos em 4 ou mais anos, não há português de rendimento médio e honesto, que consiga ter umas verdadeiras férias. Excetuam-se, claro, aqueles que todos os dias, sem honestidade, se esforçam para tirarem dinheiro uns aos outros, apenas para manterem, sem olharem a meios e com relativa impunidade, o nível de superioridade que a classe exige.

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