Com esta frase lapidar, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros Chinês classifica (e pretende legitimar) a contínua repressão exercida pela China sobre a população tibetana, desde que em 1950 invadiu aquele território e que desde o princípio do deste ano já provocou 11 imolações.
Ainda bem que as autoridades de Pequim estão atentas aos movimentos de Dalai Lama e de outros separatistas que, tal como ele, lutam contra a destruição de um povo, perante a passividade disfarçada do resto mundo, tão somente porque a China poderá vir a ser um dos fatores de estabilidade da velha Europa.
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