Em vez de tentarem acalmar os ânimos, sabendo do clima de tensão em que vivem os muçulmanos, seja fora seja dentro dos seus países, preferem insistir na crítica a uma religião cujos seguidores, da mesma forma que os outros, se sentem no direito de a proteger. Depois, indignados com o resultado, veem queixar-se de que são vítimas de extremismos

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