36 anos passados, desde que adquiriu a independência, Moçambique está na mesma situação, ou pior, do que aquela em que se encontrava durante o colonialismo português. São palavras de desabafo ditas por Afonso Dhlakama, líder da RENAMO, numa entrevista que deu a caminho da Zambézia.
Sentido que está com a situação que mantém o seu Povo e o seu País, ainda longe da desejada democracia multipartidária, culpa os europeus e muito particularmente Portugal, pelo "receio" que têm em reconhecer o importante papel que o seu partido, na oposição desde 1975, desempenha em Moçambique e não exclui a hipótese de chegar ao poder "pela força da bazuca".

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