Passos Coelho decidiu relacionar todos os indivíduos funcionários do Estado, que terão sido nomeados pelo anterior executivo. Tal medida poderá ter como objectivo a garantia de que as políticas do actual governo serão efectivamente postas em prática, sem haver risco de intromissão por parte dos (ainda) aficionados de Sócrates, ou então para permitir que os seus correlegionários ocupem os lugares entretanto deixados vagos, a fim de garantir o cumprimento dos compromissos anteriormente assumidos, não só para com os portugueses, mas também para com os apoiantes da sua candidatura.

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