Ainda só estão a negociar a constituição do novo governo, já vozes se levantam contra a idoneidade de Paulo Portas para o integrar. É caso para dizer que, ainda não arrefeceu o morto, já lhe estão a preparar o funeral. Mas no caso concreto do líder centrista, não creio que o apelo de Ana Gomes seja por ele acatado, até porque me dá a sensação que, neste país, pouco importa o passado do candidato. O que importa neste momento, é que ele, ou outro, consiga exercer o poder que lhe for conferido, em prol do bem-estar do Povo, com a garantia acrescida de que o "enfant terrible" do Independente não vai mandar comprar mais submarinos, nem sequer voltar a tirar fotocópias.

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