Quando as reformas são profundas e, por isso mesmo, colidem com os interesses instalados, designadamente das seguradoras ou das instituições bancárias, mais cedo ou mais tarde, os arautos do Estado Social acabam por sucumbir às pressões daqueles que, privados dos chorudos lucros obtidos à custa da satisfação das necessidades básicas de uma população pouco habituada à paternidade do Estado, começam a dar notas da impossibilidade em continuarem a manter a capacidade de emprego.

2 comentários:
Não é a política que governa, nem tão pouco os políticos que a perfilham.
É o dinheiro. O excesso e sobretudo a falta dele...
Meu caro, por muito boas intenções que tenham, há-de chegar o momento em que necessitam de contar com os poderosos que controlam os factores de produção e, nessa altura, terão adaptar as suas políticas à vontade deles, pois só assim as conseguirão levrs por diante.
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