Afinal, tanta esperança que todos depositaram na aprovação do orçamento para agora vir o FMI dizer que lamenta a falência quase certa de Portugal.
De nada valeram as suplicas de todos os sectores da sociedade para que os partidos se entendessem.
De nada valeu a correria para acalmar os mercados.
De nada valeram as promessas de que tudo seria diferente com a aprovação de um orçamento que todos consideraram o mais austero desde 1983.
Que corem de vergonha aqueles que contribuíram para que Portugal chegasse ao ponto em que chegou.
Que sejam civil e criminalmente responsabilizados aqueles que trataram do dinheiro público, como se dinheiro seu se tratasse, sem cuidarem pela sua correcta aplicação.

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