José Sócrates adora referir os países nórdicos, quando se trata de exigir mais aos portugueses. Considera-os o expoente máximo da eficácia na utilização dos impostos cobrados ao povo.
Esquece-se, porém, que para conseguirem a proeza de serem um país exemplar, devem ter uns políticos que sirvam o país e não o contrário, à semelhança do que acontece com os nossos que só olham para o parlamento como meio de se destacarem económica e socialmente. Portanto, se o primeiro-ministro e o ministro das finanças, pretendem exemplos de como é podem cortar na despesa do Estado, devem adoptar o mesmo procedimento dos suecos, para assim não tentarem fazer dos outros estúpidos, com comparações parvas.
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