Afinal, os motivos do desvario em que no encontramos tem uma explicação. Nada que tenha a ver com bruxas, mau-olhado ou outra obra do demo. A nossa má sorte tem, tão só, a ver com o facto de sermos o povo europeu com mais propensão para as doenças mentais. A boa notícia é que tal disfunção afecta transversalmente toda a sociedade portuguesa, dela não escapando sequer os políticos a quem os nossos destinos estão entregues, facto que só por si tranquiliza o mais modesto cidadão, ansioso que está por se tornar igual, ou pelo menos muito parecido, com os seus gorvernantes. Não admira portanto que as opções por eles tomadas sejam sempre contrárias às reais necessidades do país e dos seus habitantes, ou por outras palavras, desfasadas da realidade em que nos encontramos.
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